sábado, 21 de novembro de 2015

Raios!

       



“Júpiter na Bahia de Todos os Santos” (Mythologias):
I
 Descendo do Olimpo, alto e lindo,
 Oh! Céus de Deus!
 Vivendo entre os mortais, Os Reis que tais!  
 Céus de Deus! DIÁLOGOS
[Refrão]:
 Júpiter! Também entre os mortais
 Viu os pobres miseráveis,
 E o deus dos raios
E de outros balaios Viu a confusão!
 II
 Ó Rei Zeus!
 Em seu poder de deus,
 Atônito nas avenidas,
Luzes lidas,
 Desejou amar mais os infiéis e os ateus
Qual filhos seus!
Nos templos de fé e dinheiro vil,
Num tempo de raios e armeiros hostis,
 [Refrão]:
 Júpiter! Também entre os mortais
 Viu os pobres miseráveis,
 E o deus dos raios
E de outros balaios
 Viu a confusão!
III
 Ó Rei Zeus!
Em seu poder de deus,
 Entre carros e buzinas,
Trombetas, notas antidivinas,
 Desejou sonhar,
 As nuvens de seu lar!
 Júpiter, entre nuvens de poluição cinza,
 Edifícios, buscou um poeta,
Pra reciclar o quadro,
Sem esquadro!
 E o poeta repensou o céu,
 A Terra, a Sorte e o Fel!
 A nova obra pós‐tudo,
 E nada!
O Real com que me iludo
É nada!
 IV
Júpiter, deus do Olimpo,
Quis o mundo tão justo,
 Quanto limpo!
 Mas a Verdade nos sorri a que custo!
Uma Jóia no garimpo, Júpiter, deus doutras eras!
Venceu titãs e feras do passado,
Porém, o presente desespera o sonhado!
Se te fazes ausente, Júpiter, aqui, Salvador!
Bahia de Todos os Santos!
 E cantos!
Soltas tuas flechas
 De raios às brechas

Da Felicidade sonhada aos prantos!

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